terça-feira, 29 de outubro de 2019
Você sabe o que vê?!
Estava eu pensando sobre como vemos algo ou como imaginamos que algo é... Percebo que somos muito fora ou externo, pouco olhamos o que somos ou nossa essencia num pensmento de tortura vejo bem isso, ou melhor, nós vemos nossa dor como sempre a maior de todas, mas não olhamos o por fora dessa dor..
No final de semana passado passei por uma experiência dessas, quando foram chogados sobre mim problemas alheios aos meus olhos, me senti empática em relação a outra pessoa que simplismente muitas vezes não queria nem minha companhia, foi ate estranho pensar dessa forma.. Como alguém que não quer minha opinião ou presença, e simplismente recorreu a mim para desabafar e procurar ajuda. Sim, me senti na obrigadação não só de ajduar mas de cuidar... Mas.. foi também como eu percebi que o mundo dá voltas e nessas voltas quero ser a pessoa que sempre me senti ser, uma ajudadora...
Você sabe o que vê?! Quando sua visão estrapolar seus problemas e até seu umbigo e se voltar para fora, para o externo, para outras dores.. você percebe que não sofre tanto assim, o que acontece é so um momento passageiro.
Hoje eu so te desejo paz, pode ser até uma frase clichê, mas se pararmos pra pensar o que é desejar paz e que é bem maior do que nos somos, mas somos feitos por um Cristo que nos ama e cuida.
Boa tarde amigos.
Érica Santos
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Let Her Go - PASSENGER
A deixou ir
Bem, você só precisa da luz quando está queimando baixo
Só sente falta do sol, quando começa a nevar
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Só sei que você está alto quando você está se sentindo baixo
Só odeia a estrada quando você sente saudades de casa
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
E você a deixou ir
Olhando para o fundo do seu vidro
Esperando que um dia faça um sonho durar
Mas sonhos são lento e vão tão rápido
Você a ver quando fecha seus olhos
Talvez um dia você vai entender por que
Tudo o que você tocar certamente morrerá
Mas você só precisa da luz quando está queimando baixo
Só sente falta do sol quando começa a nevar
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Só sei que você está alto quando você está se sentindo baixo
Só odeia a estrada quando você sente saudades de casa
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Olhando para o teto no escuro
Sensação de um velho vazio em seu coração
Porque o amor vem lento e passa tão rápido
Bem, você a ver quando cai no sono
Mas nunca para de tocar e nunca manter
Porque você amava a muito e você mergulhou muito fundo
Bem, você só precisa da luz quando está queimando baixo
Só sente falta do sol quando começa a nevar
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Só sei que você está alto quando você está se sentindo baixo
Só odeia a estrada quando você sente saudades de casa
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
E você a deixou ir
E você a deixou ir
Bem, você a deixou ir
Porque você só precisa da luz quando se está queimando baixo
Só sente falta do sol quando começa a nevar
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Só sei que você está alto quando você está se sentindo baixo
Só odeia a estrada quando você sente saudades de casa
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Porque você só precisa da luz quando se está queimando baixo
Só falta falta do sol quando começa a nevar
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
Só sei que você está alto quando você está se sentindo baixo
Só odeia a estrada quando você sente saudades de casa
Só saberá que a ama quando você deixá-la ir
E você a deixou ir
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Se não é amor, nem perca tempo
Se não for amor, dessa vez, acho que é melhor manter distância. Já passou do tempo de agir feito criança. Sabe, aquela coisa de ficar alimentando falsas esperanças? Quando não é amor e você insiste em esperar que, por algum milagre, aquilo se transforme num amor de verdade.
Ah, a única coisa que isso traz émais decepção. Pra que ficar machucando o coração quando vocêpode tomar a frente da situação e dizer um simples “não”?
Acredito que quando é pra ser amor, você sente alguma coisa diferente logo no primeiro mês, na primeira semana, às vezes, até no primeiro dia.
E quando não é pra ser amor, você sente também, mas sente que não sente nada de especial. E aí, se isso acontecer, o melhor a se fazer é trilhar caminhos separados, porque provavelmente teu amor tá por aí esperando ser encontrado.
Ou, talvez, também esteja te procurando. Então, não perca tempo com o que vocêsabe que não é amor. Porque, além de a vida passar muito rápido, cê sabe bem que isso só acaba em dor.
- Allison Christian
Via http: www.historiasquenuncavivi.com
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Nos braços do meu Pai ♥
Estamos vivendo tempos difíceis, para todos sem excecão, tempos de luta, de distruição e mal, mas apesar de tudo a Palavra fala:
"Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo". João 16:33
Talvéz seja difícil acreditar e ter fé diante de tanta dificuldade, porque o desanimo nos atinge de tal forma que não conseguimos acreditar em tempos melhores... Mas ai vem Deus e fala:
"Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda". João 15:16
DEUS É BOM! Que essa seja sua única certeza nesse mundo.
Érica Santos
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terça-feira, 2 de junho de 2015
Para ler quando estiver sozinho
Eu tinha treze anos e minha família se mudara do norte da Flórida para o sul da Califórnia um ano antes. Eu era, como a maioria dos adolescentes, raivoso e rebelde, não dando importância ao que meus pais diziam, principalmente se tivesse alguma coisa a ver com meu comportamento.
Lutava para contestar qualquer coisa que não correspondesse à minha ideia do mundo. De uma extrema autosuficiência, eu rejeitava qualquer manifestação pública de amor. Na verdade, ficava irritado com a simples menção da palavra amor.
Na noite de um dia particularmente difícil, entrei no quarto como um furacão, tranquei a porta e me joguei na cama. Ali deitado, escorreguei as mãos por baixo do travesseiro e achei um envelope. Nele se lia: “Para ler quando estiver sozinho.”
Como estava sozinho, ninguém saberia se eu lera ou não. Assim, abri e li:
Mike, sei que a vida está dura agora, sei que você se sente frustrado e que, apesar da nossa boa intenção, nem tudo que fazemos é certo. Mas sei principalmente que amo você demais e nada do que você faça ou diga vai mudar isso. Nunca. Estou aqui para conversar, se você precisar e, se não precisar, tudo bem. Saiba que não importa aonde você vá ou o você faça na vida, sempre vou amá-lo e sentir orgulho de tê-lo como filho. Estou aqui por você e o amo. Isso não vai mudar nunca.
Com amor. Mamãe.
Esta foi a primeira de muitas cartas “para ler quando estiver sozinho”. Jamais falamos sobre elas, até eu ser adulto.
Hoje eu corro mundo ajudando pessoas. Estava dando um seminário na Flórida e, no final da palestra, uma senhora veio falar comigo sobre os problemas que estava tendo com o filho. Fomos até a praia e falei para ela do enorme amor de minha mãe e das cartas “para ler quando estiver sozinho”. Semanas depois, recebi um cartão onde a senhora dizia ter escrito sua primeira carta para o rapaz.
Naquela noite, passei a mão sob meu travesseiro e me lembrei do alívio que sentia sempre que encontrava uma carta. Nos anos atribulados de minha adolescência, as cartas eram a garantia silenciosa de que eu era amado, apesar de tudo, incondicionalmente. Essa gratuidade do amor de minha mãe me ajudou a superar as crises e revoltas da adolescência e fez vir à tona o que eu tinha de melhor. Agradeci a Deus por minha mãe saber do que eu – um adolescente raivoso – precisava. Por ela ter persistido apesar do meu silêncio, da minha aparente indiferença.
Hoje, quando os mares da vida se tornam revoltos, sei bem que sob o meu travesseiro está a segurança de que o amor – consistente, durável, incondicional – é capaz de mudar vidas.
Estamos vivendo tempos difíceis, talvez depois de ler o texto acima você tenha pensado, não tenho ninguém que demonstre esse amor por mim.
Isaías 49:15 diz o seguinte:
Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Contudo, ainda que ela se esquecesse, Eu jamais me esquecerei de ti!
Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Contudo, ainda que ela se esquecesse, Eu jamais me esquecerei de ti!
Tempos depois Jesus completou em João 3:16:
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Saiba que você é amado, se aproxime de Deus e você sentirá cada vez mais e mais esse amor!
Por Samuel Matos
Via: Bibliacomentada.com
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sexta-feira, 22 de maio de 2015
Declaro Paz - Marcela Taís ♥
Estou na ponta dos pés
Desafiando toda gravidade
Decidindo viver
Fazendo as pazes
Com Tua verdade
Braços esticados na curva do vento
Traz a luz celeste pro meu pensamento
Neste momento, eu declaro Paz
Declaro paz
Neste momento
Declaro paz
Em meus pensamentos
Estou na ponta dos pés
Desafiando toda gravidade
Decidindo viver
Fazendo as pazes
Com Tua verdade
Braços esticados na curva do vento
Traz azul celeste pro meu céu cinzento
Neste momento, eu declaro Paz
Declaro paz
Neste momento
Declaro paz
Em meus pensamentos
Quando estou contigo
As flores são mais belas
Faz do preto e branco uma aquarela
Tudo fica bem melhor, vivo muito mais
Te entrego minhas guerras e recebo tua paz
Declaro paz
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terça-feira, 10 de março de 2015
Depender do Pai..O que ELES pensam?
“Ensina-me, ó Senhor, o caminho dos teus estatutos, e guardá-lo-ei até o fim. Dá-me entendimento, e guardarei a tua lei, e observá- la-ei de todo o meu coração. Faze-me andar na vereda dos teus mandamentos, porque nela tenho prazer. Inclina o meu coração aos teus testemunhos, e não à cobiça. Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho. Confirma a tua palavra ao teu servo, que é dedicado ao teu temor. Desvia de mim o opróbrio que temo, pois os teus juízos são bons. Eis que tenho desejado os teus preceitos; vivifica-me na tua justiça.” (Salmos 119:33-40).
Que oração íntima essa do salmista. Fala de um desejo a cerca de uma dependência. Que sensação maravilhosa era aquela de no meio da noite quando nos chegavam os maus pensamentos, saber que se esvaiam pelo simples fato de segurar em uma das mãos de um pai sonolento ou repousar debaixo do mesmo cobertor, sentindo o calor do grande corpo protetor. Talvez nos venha a lembrança daquele segurar de mão quando crianças ao atravessar uma rua sem nem sequer saber quantos perigos nos rodeavam, certos de que o melhor momento de iniciar a travessia seria quando fossemos puxados, sem considerar mais nada.
Na fé cristã quanto mais amadurecemos, mais entendemos que precisamos depender.
Agora, até onde devemos nos apoiar nesta dependência cega?
Parece que estou sendo um tanto contraditório, porém perceba que na grande parte do nosso dia nossas decisões são tomadas sem qualquer tipo de consulta a um amigo, um familiar, um conselheiro e quem dirá a Deus. Não estou querendo dizer que isto é bom ou ruim, certo ou errado, pelo menos ainda, estou apenas levantando algumas questões.
Somos acostumados a crer piamente em algo que alguém nos disse apenas por um sentimento de empatia com o emissor da informação ou por pura preguiça de ir atrás da verdade. No texto bíblico citado acima podemos perceber a oração de homem a Deus e tendenciosamente imaginamos que este diálogo parte do presente para o futuro, mas se observarmos os versículos do 26 ao 29, constatamos algo diferente:“Quando contei minha história, tu respondeste e me treinaste bem na tua sabedoria. Ajudaste-me a entender o interior e o exterior, para que eu pudesse ponderar sobre teus milagres. Minha vida está em decadência, como um celeiro desmoronando: restaura-me por meio da tua Palavra.” O salmista sabia que precisaria depender de Deus para suportar, encarar ou cumprir as decisões que já havia tomado.
Depender de Deus não é se ausentar das culpas por medo das consequências, mas saber reconhecê-las e crer que ainda que doa, algum proveito pedagógico insurgirá e com ele a terra firme.
Não vamos usar nossa necessidade de dependência para fazer de Deus o pai do pecado. Nós somos responsáveis pelo que fazemos, moralmente responsáveis. Não vamos colocar na conta de Deus o desejo que é apenas nosso de ver coisas “acendendo” por aí, pessoas falando algo de nós para nós mesmos ou até mesmo contrariando a verdade da Palavra sob a pretensão de achá-la obsoleta para os dias de hoje.
Depender não é receber determinação.
Toda relação religiosa que não nos ensine a atravessar a rua é nociva. Esse desejo de ficar sob o cuidado de um guia protetor encontra guarida apenas no seio dos grupos dominadores que se auto estabelecem “braço” para guiar aqueles que se contentam em receber suas determinações. Fuja dos pseudobraços protetores da religião e confie na direção certa do Príncipe da Paz.
Ele não vai pegar nossa mão e nos arrastar pelo caminho que sabe ser o melhor. Ele vem ao nosso encontro e nos conquista para seguirmos pelo Seu Caminho, a jornada é nossa, a responsabilidade é nossa e temos que seguir para diariamente nos parecermos um pouco mais com o mestre amado através do Espírito.
Pense bem, nosso ano não será o da vitória porque está na placa da igreja ou porque alguém disse que será, nem tampouco o da plenitude de Deus ou do que quer que seja. Nossa maior vitória se deu na cruz e nossa plenitude de Deus é Jesus, o Cristo e este crucificado, todo o restante será fruto de dependência e decisão e não de profecia ou pensamento positivo.
Não precisamos clamar por direção toda vez que formos ao McDonalds, vamos escolher nosso lanche em paz, depender do Cristo na vida, sobretudo para atravessar pelas trilhas rochosas das decisões erradas ou desfrutar das bênçãos de uma intimidade com o Pai que nos levam pelos asfaltos de estradas recém construídas.
Raphael Douglas Almeida
Florianópolis/SC
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